terça-feira, 3 de agosto de 2010


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Terço dos homens

Uma prática que representa um bem para si mesmo, para sua família
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Sob o aspecto pastoral, outubro é o mês missionário; em relação à devoção mariana, é o mês do Rosário. Em seu calendário santoral, no dia 7 a Igreja celebra a liturgia de Nossa Senhora do Rosário, lembrando a libertação dos cristãos na batalha de Lepanto no século XVI. "Esta designação de "rosário" pode ter origem no costume de, em alguns lugares, o povo oferecer coroas (guirlandas) de rosas à sua rainha. Os cristãos transferiram este costume a Maria, a rainha do céu e da terra, oferecendo-lhe uma coroa de 150 rosas – Ave-Marias". É importante recordar que o rosário é uma oração bíblica, cristocêntrica, pois, os mistérios contemplados são os mistérios centrais da história da salvação, da nossa fé. As orações que se rezam são tiradas da Sagrada Escritura. Na oração do Rosário, são lembradas as alegrias, dores e glórias de Jesus e de Maria. O papa João Paulo II acrescentou aos mistérios gozozos, dolorosos e gloriosos, os mistérios luminosos que contemplam o período da vida pública de Jesus.

Missão e oração são práticas indissociáveis na vida de Jesus, de seus primeiros apóstolos e de todos os seus discípulos ao longo dos séculos. A prática da oração faz parte da vida de pessoas religiosas, independentemente da religião que pratiquem. Para os cristãos, a oração é a melhor forma de se estabelecer uma união verdadeira com Deus. Quando estão em oração, as pessoas se encontram com Deus e consigo. Conforme o Evangelho, Jesus recolheu-se em oração muitas vezes, notadamente em momentos importantes de sua missão. Deu o exemplo de oração e mostrou que ela é necessária na vida de seus discípulos. Ao observarem a sua prática de oração, eles pediram que lhes ensinasse a rezar. Atendendo ao seu pedido, ensinou-lhes a oração do Pai Nosso.

Os católicos rezam individualmente, em grupo e em comunidade. Jesus revelou o valor de cada uma dessas formas de oração, mas, sem dúvida, a oração em comum é mais rica de sentido. “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido. E o teu Pai, que vê o escondido, te dará a recompensa. (Mt 6,6) É o caso de oração individual. “Eu vos digo isto: se dois de vós estiverem de acordo, na terra, sobre qualquer coisa que quiserem pedir, meu Pai que está nos céus o concederá. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles.” (Mt 18,19-20) É uma forma de oração em grupo. “Depois de prender Pedro, Herodes lançou-o na prisão, guardado por quatro soldados. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa. Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja orava continuamente a Deus por ele.” (At 12,4-5) É um exemplo de oração da comunidade.

A oração é feita de maneira silenciosa ou com palavras, de maneira espontânea ou com a recitação de fórmulas consagradas. Os católicos cultivam uma forma de oração muito comum, que é a oração oral e com fórmulas conhecidas como o Pai Nosso, a Ave Maria, o Creio, a Salve Rainha, o Santo Anjo do Senhor, a Ladainha de Nossa Senhora e muitas orações que alimentam a sua vida espiritual. A recitação do Terço ou do Rosário de Nossa Senhora ocupa um lugar especial entre estas orações da devoção e da piedade dos católicos.

Na Igreja Católica do Brasil, desenvolve-se, em muitas dioceses, uma prática de oração de grupo que é o Terço dos homens. Pouco a pouco, essa prática vai animando a oração dos homens nas paróquias de diversas dioceses. Cada homem que participa do Terço sabe, por experiência, que essa prática representa um bem para si mesmo, para sua família e para a comunidade cristã. Cada homem dá um exemplo de oração a outros homens, cada um se torna um missionário junto a muitos amigos e companheiros que estão distantes de Deus e da Igreja Católica.

Dom Genival Saraiva de França
Bispo Diocesano de Palmares - PE


Evangelho (Mateus 14,22-36)

Terça-Feira, 3 de Agosto de 2010
18ª Semana Comum


A- A+


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Depois que a multidão comera até saciar-se, 22Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. 23Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. 24A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. 25Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. 26Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. 27Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”
28Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir a teu encontro, caminhando sobre a água”. 29E Jesus respondeu: “Vem!” Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. 30Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” 31Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?” 32Assim que subiram na barca, o vento se acalmou.
33Os que estavam na barca, prostraram-se diante dele, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!” 34Após a travessia desembarcaram em Genesaré. 35Os habitantes daquele lugar reconheceram Jesus e espalharam a notícia por toda a região. Então levaram a ele todos os doentes; 36e pediam que pudessem, ao menos, tocar a barra de sua veste. E todos os que tocaram, ficaram curados.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, S

Comentário do Evangelho

Pedro ousa lançar-se ao encontro de Jesus

Nesta narrativa de um "milagre da natureza", temos um estímulo à fé dos discípulos que vacilam diante das adversidades previsíveis e encontradas durante a missão a que são chamados. O mar agitado é a expressão
destas adversidades, que se aparentam tanto maiores quanto os discípulos se sentem sós. Os discípulos, de início, têm dificuldade em reconhecer a presença de Jesus. Pedro ousa lançar-se ao encontro de Jesus, porém vacila no caminho sobre as águas. A presença final de Jesus traz segurança aos discípulos. As comunidades podem ter a fé segura de que Jesus está em seu meio com a mão estendida para amparar cada um e cada uma.


Autor: José Raimundo Oliva

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Evangelho (Mateus 14,13-21)

Segunda-Feira, 2 de Agosto de 2010
18ª Semana Comum


A- A+


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. 14Ao sair da barca, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. 15Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!” 16Jesus porém lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!” 17Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. 18Jesus disse: “Trazei-os aqui”. 19Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães, e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. 20Todos comeram e ficaram satisfeitos, e dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Comentário do Evangelho

Verdadeiro banquete da vida

Este episódio do pão partilhado entre Jesus, seus discípulos e as multidões, é narrado pelos quatro evangelistas. Mateus, seguindo Marcos, narra este episódio em seguida à narrativa do banquete de herodes (cf. 31 jul.), e em contraposição a ele. Em torno de herodes reuniram-se as elites do poder, em um banquete de aniversário. O desfecho do que seria uma comemoração da vida revela a verdadeira identidade dos celebrantes: é uma festa de morte, que termina com a cabeça de João Batista servida em uma bandeja. Por outro lado, longe das elites da cidade, em meio rural popular, Jesus reúne multidões e partilha com elas pães e peixes, saciando a todos. Este é o verdadeiro banquete da vida, o banquete da partilha que eleva os excluídos e os integra no Reino de Deus.


Autor: José Raimundo Oliva

sexta-feira, 30 de julho de 2010



Jesus em Nazaré não pode fazer muitos milagres

Evangelho (Mateus 13,54-58)

Sexta-Feira, 30 de Julho de 2010
São Pedro Crisólogo


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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



Comentário do Evangelho

Jesus agia pela sublimidade do amor

Esta narrativa está presente nos três Evangelhos sinóticos, com o intento de insistir na rejeição de Jesus por parte dos judeus. Lucas, em seu Evangelho, nomeia o local da cena: Nazaré. Mateus, assim como Marcos, diz apenas: "Sua própria terra". Mateus preocupa-se em descrever o ambiente familiar de Jesus. Entre seus "irmãos" está Tiago, que será a figura mais eminente na igreja de Jerusalém. Jesus ensinava com palavras que demonstravam sabedoria. E tinha uma capacidade de agir que transformava as pessoas. Era o resultado de sua "força", sua
"energia". "Força", "energia" são o significado de uma palavra grega que foi, tradicionalmente, traduzida por "milagre". Jesus não agia por um grande poder dominador, mas pela sublimidade do amor. Uma sociedade como a nossa, moldada pela ideologia da submissão ao poder, não é sensível e não reconhece o amor. A nossa missão é transformar, cada vez mais, esta sociedade. Isto se dá, vivenciando o amor e os laços de fraternidade que
proporcionam a restauração da dignidade de seus membros.


Autor: José Raimundo Oliva


quinta-feira, 29 de julho de 2010



Evangelho (João 11,19-27)

Quinta-Feira, 29 de Julho de 2010
Santa Marta


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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 19muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. 20Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa.
21Então Marta disse a Jesus: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. 22Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele te concederá”. 23Respondeu-lhe Jesus: “Teu irmão ressuscitará”. 24Disse Marta: “Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia”.
25Então Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 26E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?” 27Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.



Comentário do Evangelho

Jesus é a ressurreição e a vida

Marta é mencionada apenas no Evangelho de Lucas (Lc 10,38-42) e no de João (duas vezes - Jo 11,1-44; 12,1-7). Em Lucas ela é identificada como irmã de Maria, e em João, como irmã de Maria e de Lázaro. Marta, a partir do texto de Lucas, era vista pela tradição cristã como o protótipo da vida ativa, censurada por Jesus a favor da
contemplativa Maria. Nesta tradição a vida religiosa contemplativa era supervalorizada, relegando-se os "leigos", com sua vida ativa, a uma condição de inferioridade. hoje, com a compreensão da importância da presença da Igreja no mundo para transformá-lo em suas estruturas fundamentais, tais critérios são descartados. Neste diálogo com Jesus, a partir da morte de Lázaro, Marta afirma sua crença na ressurreição do último dia, conforme a tradição farisaica. Jesus, porém, identifica-se com a ressurreição e a vida. Aquele que vive e crê em Jesus já tem a vida eterna.


Autor: José Raimundo Oliva


quarta-feira, 28 de julho de 2010




O Reino é um tesouro, uma pérola

Evangelho (Mateus 13,44-46)

Quarta-Feira, 28 de Julho de 2010
17ª Semana Comum


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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44“O Reino do Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



Comentário do Evangelho

Verdadeiro entre os homens

Das parábolas de Mateus, várias não são registradas nos outros sinóticos, talvez por ele ter acesso a uma fonte desconhecida dos demais. É o caso das duas curtas parábolas de hoje. Ambas têm o mesmo ensinamento: uma grande descoberta revela o valor oculto daquilo que comumente é ignorado ou desprezado. Um campo que era comum para um homem, passou a ter valor para outro. Uma pérola desprezada por um foi valorizada por outro. Isto porque estes descobriram o valor oculto do campo e da pérola. O Reino dos Céus é a revelação do valor de cada pessoa e da própria criação. São valores que estão comumente ocultos àqueles que se encontram absorvidos ou em acumular riquezas ou, de maneira oposta, em lutar penosamente pela sua sobrevivência. A sociedade torna-se individualista, insensível ao próximo e à natureza. A encarnação e a vida de Jesus são a revelação do valor da criação. E por um ato de amor de Deus, tudo que é digno, justo e verdadeiro entre os homens, assumido no amor e em fraternidade, passa a ser o caminho para nos inserir na própria vida divina. Somos convidados a trocar os projetos de sucesso, segundo a ideologia dos poderosos deste mundo, pelo projeto do Reino, que é o resgate do valor da criação, das pessoas e da natureza.


Autor: José Raimundo Oliva


terça-feira, 27 de julho de 2010



Evangelho (Mateus 13,36-43)

Terça-Feira, 27 de Julho de 2010
17ª Semana Comum


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— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 36Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” 37Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. 40Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41o Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Parábola do joio

Dentre as parábolas que encontramos nos Evangelhos (cerca de 30), duas delas são seguidas de uma explicação, com um caráter catequético. São a parábola do semeador e esta parábola do joio, que é exclusiva de Mateus. Há um consenso de que estas explicações são elaborações das comunidades primitivas ao fazerem memória
do ministério de Jesus. Ao atribuir a cada imagem da parábola um sentido determinado, passa-se a fazer uma interpretação alegórica. Ela tem claramente um sentido escatológico e apocalíptico, isto é, fala mais do fim dos tempos do que do Reino presente entre os discípulos. A escatologia apocalíptica tem origem no Dia de Javé, dia da vingança de Javé sobre os inimigos de Israel, e é impregnada de discriminação e violência, destoando da prática misericordiosa
de Jesus.


Autor: José Raimundo Oliva